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“A tristeza me fez cortar o cabelo e pintar de loiro. E me fez aumentar os pesos do pilates. E me fez prometer alguma sedução para alguém que jamais receberá nada de mim. Não existe nada mais triste do que essas coisas de dar a volta por cima e essas coisas de tocar o barco e essas coisas de sacudir a poeira e essas coisas medonhas que a gente fala ou pensa ou ouve. A tristeza são frases vazias e feitas e tediosas saindo de bocas vazias e feitas e tediosas.
A tristeza me fez repartir o calmante no meio. Tomar um. E tomar o outro. Porque nem calmante eu to suportando ver pela metade. Que pelo menos no limbo da minha mente triste alguma coisa possa viver inteiramente.
A tristeza é uma parede, uma geladeira, um computador, um telefone, uma televisão, uma cama, um elevador, um carro. A tristeza são as ruas, os jornaleiros, as pessoas gordas atravessando, as pessoas magras atravessando. A tristeza é o cinza, o vermelho, o azul, o transparente. A tristeza é a próxima música, a próxima seta pra direita, a próxima seta pra esquerda. A tristeza é o ar que sai e o ar que entra. A tristeza é o segundo de ar que se perde e fica mais um tempo. A tristeza é dizer que são cinco dias, são seis dias, são sete dias. A tristeza é a nossa última vez juntos fazendo quinze dias, dezesseis dias, dezessete dias. A tristeza é o amor ter acabado sem ter acabado. É não saber o que é amor e não saber o que é acabar e não saber o que é não acabar. A tristeza só sabe que é triste e todo o resto ela só tenta saber, mas fica louca e desiste. A tristeza é de uma simplicidade que a torna ainda mais triste.
A tristeza é qualquer posição sentada ou em pé ou deitada. A tristeza é deitar e levantar. Tentar ou desistir carregam a mesma tristeza das coisas que não existem. Minha pele toca no pano, na água, na tela, uma mão toca na outra. Todos os toques são tristes. Todas as posições são tristes. Amanhã será triste, ontem foi triste. Hoje é o dia mais triste do mundo.
É porque eu tenho medo de dirigir até o Morumbi no escuro? É porque eu uso pijama feio pra dormir? É porque eu sou egoísta e louca e tenho um dente torto? É porque eu ria de você e ria das suas coisas e ria das suas músicas e ria de nervoso porque eu gostava tanto de você que odiava você? É porque eu criei sete mil muros pra receber alguém mas queria esmurrar até sangrar o seu único muro como se você também não fosse humano? Ou é só porque é assim mesmo? Assim: finito, simples e triste demais.
Hoje elegi o mais triste de tudo. É o banquinho que guardava a sua bolsa de carteiro e que não guarda mais nada. Ele agora é só o que era mesmo pra ser: um banquinho. Limpo, solitário, imponente, em sua nobre função de banquinho.”
+   Tati Bernardi (Triste)

“Eu quero a doçura de volta, quero a inocência, as brincadeiras de criança, os joelhos ralados, os amores infantis. Quero essa essência perdida, quero o primeiro amor… Quero de volta o que um dia eu fui.”
+ Rodrigo Victor (via d-e-n-g-o)

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( 5 days ago · 64 notes · reblog · if you like tweet )
postado por d-e-n-g-o · reblogado de d-e-n-g-o
“Eu erro muito. Quase todo dia, pra ser mais específica. Mas durmo com a consciência tranquila, com a alma serena. Não faço mal pra ninguém, ninguém mesmo. Talvez eu magoe algumas pessoas sem querer. Talvez, não, com certeza. Ninguém é como a gente espera. E eu já entendi que inevitavelmente a gente magoa e é magoado.”
+ Clarissa Corrêa. (via c-a-n-a-r-i-o)

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“Toda a dor que me aparece eu te conto, você me cura sem sequer notar…”
+ Mallu Magalhães. (via cher-la-vie)

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( 5 days ago · 274 notes · reblog · if you like tweet )
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( 5 days ago · 4,448 notes · reblog · if you like tweet )
postado por juupina · reblogado de florebelde
“Quero vestir o seu abraço e sair com ele por aí, como um colete à prova de balas.”
+ Cris Guerra. (via cher-la-vie)

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( 5 days ago · 175 notes · reblog · if you like tweet )
postado por cher-la-vie · reblogado de cher-la-vie
“Felicidade é ter quem goste de você. É ser você mesmo, independente da opinião alheia. É acreditar que é capaz de alcançar seus objetivos. É nunca desistir de seus sonhos, por puro medo de ser feliz.”

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( 5 days ago · 258 notes · reblog · if you like tweet )
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( 5 days ago · 287 notes · reblog · if you like tweet )
postado por sapatilha-torta · reblogado de primicias
“Eu nunca sei o que esperar de você. Ainda não descobri se isso é bom ou ruim. No começo, pensei que fosse apenas uma leve variação de humor, ou influência das fases da lua. Daí, comecei a pensar que fosse bipolaridade. Pensei também que você fosse apenas diferente. E é. Mas é um diferente, diferente de qualquer pessoa diferente que já conheci. Chega a ser confuso. Eu preciso de espaço, mas não preciso me sentir sozinho. Eu aguento ficar um dia inteiro sem falar com você, mas dois dias é exigir muito. Acho que nunca vou me adaptar a isso. Nunca vou me acostumar com esse teu jeito. Você foge a regra. Você é exceção.”
+ Querido John (via querido—john)

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( 5 days ago · 148 notes · reblog · if you like tweet )
postado por querido--john · reblogado de querido--john
“Um dia você volta atrás. Ele te convence. Chora. Te pega de jeito. E você lembra que ninguém beija como ele, ninguém abraça como ele, ninguém olha como ele, ninguém ri como ele, ninguém te come como ele, ninguém te enlouquece como ele. E você decide que ele é o homem da sua vida, afinal, se já sofreu tanto, se envolveu tanto, se ferrou tanto, meu Deus do céu, tem uma coisa muito boa guardada pra mim. Ninguém sofre tanto assim sem recompensa. Se vocês já passaram por tanta coisa juntos, é porque o final vai ser feliz.”
+ Clarissa Corrêa (via quesejadoce-sempre)

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( 5 days ago · 7 notes · reblog · if you like tweet )
postado por quesejadoce-sempre · reblogado de esvaziar
“… e você me dizia com a voz terna, cheia de malícia que me queria pra toda vida.”
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